A infertilidade feminina pode ser identificada quando um casal, em que o homem não possui problemas de fertilidade, tem relações sexuais de 2 a 3 vezes por semana durante 12 meses sem uso de métodos contraceptivos e não chegam a gestação. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) que
A infertilidade feminina pode ser identificada quando um casal, em que o homem não possui problemas de fertilidade, tem relações sexuais de 2 a 3 vezes por semana durante 12 meses sem uso de métodos contraceptivos e não chegam a gestação. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) que a infertilidade tem causa 40% feminina, 40% masculina e 20% do casal.
Um dos principais fatores que causam a infertilidade da mulher é a idade. Conforme ela avança, aumentam as chances de aborto e as chances de gravidez diminuem. Até os 26 anos, as mulheres têm em média uma chance de 25% para engravidar ao mês; dos 27 aos 32 anos essa chance diminui para 20%. Já dos 32 aos 35 anos, essa taxa é de 18% e, após os 35 anos, de 15%. Essa média vai declinando constantemente onde, aos 40 anos, nota-se que este percentual cai para 5%.
E mesmo com a aparência de problemas clínicos com o passar dos anos, não são eles as principais razões para a redução das chances de gravidez. Existem outros fatores mais importantes, como a baixa reserva ovariana e a qualidade dos óvulos; que se dão pelo fato de que as mulheres nascem com um número limitado de 400 mil óvulos. Onde, mensalmente, elas perdem em torno de mil óvulos para que um se torne maduro e dessa forma, esse número vai diminuindo progressivamente.
Além disso, existem ainda, outros fatores que podem tornar a mulher infértil:
O tratamento mais recomendado em casos de infertilidade é a fertilização in vitro (FIV). Dentro da reprodução assistida, ele é o tratamento que mais oferece chances de gravidez às mulheres. Sua técnica se dá através da fertilização do óvulo pelo espermatozóide em laboratório, dando origem a embriões que, posteriormente são transferidos para o útero da mulher.
Além disso, outros tratamentos também podem ser associados para manter o aparelho reprodutor feminino ainda mais saudável. Como a videolaparoscopia em casos de doença tubária ou aderências pélvicas, pois é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo que diagnostica, trata o problema e ainda restabelece a anatomia normal das tubas uterinas, as deixando livres de aderências e possíveis obstruções.
E em casos de miomas e pólipos, é recomendada a videohisteroscopia. Este procedimento pode ser diagnóstico, onde é feito apenas uma visualização da cavidade uterina (em casos de análise de uma possível interferência para a implantação embrionária). E cirúrgico, onde é feita a retirada de miomas, pólipos ou sinéquias uterinas, por exemplo, que possam estar atrapalhando a saúde do sistema reprodutivo da mulher.
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